• Júlia Orige

Londres, o meu amor de verão - Dia 2



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Acordámos cedo e tomámos o pequeno almoço no HOTEL, onde tínhamos direito a buffet livre, por apenas quatro libras cada um. A minha tia e a minha prima tinham outros planos, por isso optámos por ir só nós os quatro (eu, o meu pai, o meu irmão e a Isabel) passear. Tomámos um pequeno almoço bem forte, para não sofrermos com fome, e seguimos viagem.

O metro é útil para quem trabalha em Londres. No centro da cidade só existem carros novos e de marcas abusurdamente caras. Ao que parece, também no Japão se circula pela esquerda e, segundo o meu tio, existe lá uma lei sob carros antigos. O que, aparentemente, faz com que os ingleses tenham mais facilidade em comprar carros de alta tecnologia por um bom preço. Mesmo assim, a maioria dos habitantes londrinos escolhe o metro como meio de transporte. Ao contrário de Portugal, onde ter carro é uma afirmação de estatuto, ou de posse monetária, em Londres podemos muito bem observar homens de fato, e mulheres calçando uns belíssimos Louboutin, indo de metro aos seus destinos. O carro é dispensável. É no Tube que todos se misturam: desde a ralé, aos doutores.


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