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6 empreendedoras de sucesso para se inspirar


empreendedoras de sucesso
Foto Freepik

Cada vez mais temos visto empreendedoras de sucesso no Brasil e no mundo. Mulheres que conseguiram se destacar em suas carreiras, vencendo preconceitos e dificuldades, fazendo aquilo que amam.


Em vista disso, o empreendedorismo feminino é um movimento que vem ganhando força e cada vez mais novas adeptas.


Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pelo Sebrae mostrou que entre os anos de 2001 a 2011 o número de empreendedoras cresceu 21%. Por outro lado, a quantidade de empreendedores masculinos teve um aumento de apenas 9% no mesmo período.


Outra pesquisa interessante, desta vez do Serasa, aponta que até 2016, 46% dos negócios no Brasil são comandados por mulheres.


Em vista de todas essas informações, é importante discutir acerca do empreendedorismo feminino, também para fazer com que o movimento tenha mais visibilidade.


É uma forma de firmar a importância da mulher para a sociedade e incentivar para que muitas outras possam se dedicar a essa atividade. É dessa forma que empregos são gerados e a realidade de muitas pessoas ao nosso redor são mudadas.


Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é empreendedorismo feminino e dar dicas para empreender, assim como mostrar empreendedoras que mais se destacaram no mercado. Acompanhe a leitura!


O que é empreendedorismo feminino?

Muitas mulheres têm o sonho de ter o seu próprio negócio, e com o crescimento de empreendedoras do país, surgiu o movimento que chamamos de empreendedorismo feminino.


Trata-se de qualquer ação empreendedora realizada por mulheres, por exemplo, um estabelecimento especializado em conserto de celular cuja dona é uma figura feminina.


Quando falamos em empreendedorismo, logo nos vêm à mente as grandes empresas, contudo, esse movimento vai muito além disso.


Isso porque mais do que simplesmente ter o próprio negócio e lucrar com ele, é uma forma de empoderar as mulheres e dar mais espaço e visibilidade para as questões de gênero.


Trata-se também de oferecer uma nova perspectiva de vida e impactar a sociedade de maneira positiva. Em vista disso, podemos considerar muitas atividades remuneradas como empreendedoras.


Por exemplo, mulheres que produzem sabão para vender no bairro, aquelas que fazem bolos para festas, a que abriu uma loja de artesanato, a outra que tem um negócio e-commerce, que tem um pequeno negócio de comida congelada, entre tantas outras.


Todas elas possuem algum tipo de negócio próprio, e por menores que sejam, são extremamente importantes para o que chamamos de empreendedorismo feminino.


O que queremos mostrar com tudo isso é que esse movimento vai muito além do ato de empreender, mas, sim, que se trata de um verdadeiro instrumento para a transformação social.


Algumas pessoas acreditam que trata-se apenas de uma variação do empreendedorismo tradicional, contudo, é ele que dá força e visibilidade para diversas questões relacionadas ao universo feminino.


Prestar consultoria para outras empresas em um ambiente coworking, por exemplo, permite que uma mulher garanta seu sustento e um espaço na sociedade.


Muitas mulheres buscam, além do lucro, a satisfação pessoal e a sensação de que estão contribuindo para a sociedade de alguma maneira.


Geralmente, essas empreendedoras também são as que mais investem na educação da família, o que ajuda a estruturar melhor a sociedade como um todo.


Como começar a empreender?

Existem algumas estratégias que podem te ajudar a ter um negócio de sucesso, seja ele uma loja de móveis corporativos que forneça estacao de trabalho com divisoria ou uma plataforma de vendas. São elas:


Investir em conhecimento

Buscar conhecimento é essencial quando falamos de empreendedorismo feminino. É essencial aprender cada vez mais a respeito do seu mercado de atuação e dicas de empreendimentos.


É dessa forma que você consegue aprimorar o que faz e ainda desenvolve novas habilidades para lidar com a gestão do seu negócio.


Uma boa administração é importante para gerir bem os recursos financeiros e tudo o que diz respeito à manutenção da sua empresa. É possível encontrar muitos conteúdos na internet voltados a esse assunto, que são verdadeiras fontes de inspiração.


Estudar o mercado de atuação

É essencial que você conheça o mercado de atuação da sua futura empresa em termos de funcionamento, concorrentes, entre outros aspectos similares. É dessa forma que você vai conseguir se destacar.


Além disso, conhecendo as necessidades do mercado, fica mais fácil agregar valor ao produto e serviço oferecido. Você vai aprender com seus erros e acertos e também dos seus concorrentes, aprimorando a empresa cada vez mais.


Encontrar alternativas

Se você pretende, por exemplo, abrir uma loja virtual de bebidas, precisa saber o que é necessário para que ela exista. Por exemplo, você deve vender bebidas variadas, desde cervejas de marcas comuns até vinho italiano branco.


Outras características também devem fazer parte do planejamento do negócio para que ele seja um sucesso, tais como:

  • Materiais necessários;

  • Local de funcionamento;

  • Investimento inicial;

  • Mão de obra.

Faça uma lista com todos os recursos necessários para o seu negócio, separando cada item por nível de prioridade. Depois, estabeleça metas para chegar a cada um deles.


Buscar inspiração

Não importa se você quer vender bolo de cenoura com chocolate e diversos outros sabores ou material de construção. É fundamental buscar fontes de inspirações com pessoas que se deram bem no empreendedorismo feminino.


Por falar nisso, no próximo tópico, vamos apresentar algumas mulheres que ganharam destaque criando sua própria empresa. Confira suas histórias!


Mulheres que se destacaram no empreendedorismo feminino

Existem muitas tendências de empreendimentos, mas buscar algumas inspirações para trilhar um caminho de sucesso é sempre uma boa ideia. Dentre algumas das mulheres empreendedoras que mais se destacaram, podemos mencionar:


1. Luiza Helena Trajano

Luiza Trajano começou a trabalhar aos 12 anos em uma pequena loja familiar no interior de São Paulo. Aos 18 anos, assumiu o negócio e enfrentou diversas dificuldades para que ele se transformasse no Magazine Luiza que conhecemos hoje.