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Blogueiro X Digital Influencer: entenda quais são as diferenças


Foto por Freepik

Quase todo mundo já sabe o quanto a internet e as redes sociais transformaram o marketing, seja de uma empresa ou de um autônomo. Já o assunto blogueiro x digital influencer ainda causa confusões, porque poucos entendem a diferença entre eles.


De fato, ambos os profissionais podem lidar tanto com blogs quanto com as mídias sociais, mas nem por isso eles são exatamente a mesma profissão.


Assim como ter um blog ou um perfil, também não faz de alguém necessariamente blogueiro ou influencer.


Para compreender isso precisamos entender a própria origem dessas plataformas, bem como da internet em geral. Por isso, decidimos escrever este artigo, explicando melhor o fenômeno e enumerando as diferenças entre os dois profissionais.


Portanto, se você quer compreender melhor como eles atuam e como é possível impulsionar a própria marca por meio de parcerias com eles, basta seguir adiante na leitura.


Os primórdios da interação na internet

Hoje, se uma pessoa precisa de algo como produtos de higiene pessoal atacado, ela pode encontrar milhares de resultados na palma da mão, em poucos segundos.


Basta puxar o smartphone e realizar uma pesquisa de cotação em um marketplace ou mesmo jogar em um motor de busca como Google, Bing e Yahoo.


No entanto, nos primórdios da internet, antes dos anos 2000, a coisa não era tão simples.


Ali o mundo ainda vivia o que se convencionou chamar Internet 1.0, a qual basicamente consistia de páginas estáticas e opções de trocas de e-mail.


Na Internet 2.0, a partir dos anos 2000, o que tivemos foi uma revolução em termos de interatividade.

Foi justamente quando surgiram os blogs, além de salas de bate-papo, chats e afins.


Agora era permitido que as pessoas interagissem com as páginas, que já não eram estáticas, mas tinham opção de comentar, compartilhar e até curtir (sim, blogs também permitem isso).


Com isso já começaram a surgir blogueiros pelo mundo todo, especialmente no universo do jornalismo, da saúde e até dos esportes.


Em alguns casos, a pessoa nem era famosa, mas criava sua fama com base em seu blog, tornando-se uma celebridade.


Já a revelação da Internet 3.0 consiste, justamente, no surgimento e disseminação das redes sociais, que evoluíram aos poucos e hoje representam um dos principais pilares da internet no mundo todo, especialmente em termos de tecnologia mobile.


Nos dois casos, não demorou até as empresas perceberem que essas plataformas tinham um poder incrível de gerar audiência.



Afinal, se a marca vende óculos feminino de sol, será que uma blogueira ou influencer pode ajudar a promover esse produto? Certamente, sim.


Foi assim que os dois fenômenos mudaram sensivelmente a realidade do marketing digital no mundo inteiro.


Por que o marketing mudou tanto?

Como vimos acima, a internet passou por várias fases até chegar no estágio em que está, e certamente vai continuar mudando.


Contudo, seria um erro supor que ela muda sem critérios ou que ela própria seja as razões da sua mudança.


No fundo, há fatores culturais, sociais e até psicológicos que acabam ditando essas alterações no comportamento das pessoas, de modo que fica difícil compreender se a internet apenas complementou tudo isso ou se ela foi uma das causas.


É preciso compreender isso para dominar o fenômeno real entre blogueiros e influenciadores digitais. Por exemplo, quando vemos na internet o anúncio de uma agenda personalizada com nome, o que isso nos diz sobre o mercado atual?


Muito mais do que pode parecer em um primeiro momento. O que salta aos olhos é a customização do produto: a agenda é personalizada com o nome da pessoa, o que tem sinergia total com as expectativas das novas gerações.


De fato, cada vez mais as pessoas nascem com um acesso maior à informação e à tecnologia, por isso elas se tornam mais exigentes.


Assim, as relações de compra e venda mudaram, e a customização é apenas um traço das novidades que surgiram.


Outro ponto é a busca por conteúdos originais e relevantes, que agreguem valor ao público antes mesmo de ele decidir comprar algo daquela marca. Trata-se do marketing de conteúdo e do inbound, que cumprem essas expectativas.


É justamente aí que entra o blog de uma empresa, ideia que hoje já evoluiu e pode ser utilizada para gerar conteúdos sobre qualquer produto ou serviço, sejam roupas, jóias, máquinas industriais ou folder de viagem.


Por fim, as redes sociais acabaram se tornando uma extensão disso, e hoje são utilizadas para que as marcas ganhem um rosto, e se façam presentes onde seus clientes estão, impactando as pessoas certas na hora certa.


Também ali, quem tem o melhor conteúdo atinge melhores resultados, e muitas vezes esses materiais são feitos em formatos de vídeos explicativos, e-books, guias, planilhas ou checklists, promovidos pelos próprios influencers.


Isso responde a pergunta sobre por que o marketing mudou tanto, e já aponta para algumas diferenças básicas entre blogueiros e influenciadores digitais.


Para aprofundar essa compreensão, abaixo vamos enumerar essas e outras diferenças que são essenciais para um melhor domínio do assunto.


1. Quem exatamente é o blogueiro?

É importante perceber que nem sempre existe um “blogueiro” por trás de um blog.


Até porque, o blog pode ser uma ferramenta de marketing de uma marca, que funciona como uma extensão do site institucional da empresa.


Na verdade, trata-se de um dos melhores recursos que um negócio pode utilizar atualmente, lançando mão de vários materiais de divulgação, tais como:

  • Artigos;

  • Áudios;

  • E-books;

  • Infográficos;

  • Checklists.

Enfim, há vários tipos de materiais e até de multimídias que podem ser utilizadas por empresas, sem que haja uma pessoa pública que assina aquele blog. Já o blogueiro é alguém que se apresenta pessoalmente como dono daquela página.


Aliás, se nem todo blog tem um blogueiro por trás, também é possível afirmar que nem todo blog/blogueiro tem um produto ou serviço associado a ele, podendo funcionar apenas como um “diário aberto ao público”.


Às vezes, a ideia se profissionaliza somente depois do sucesso. Por exemplo, uma pessoa que adora estética, já fez anos de postagens, e de repente decide ganhar por isso, fazendo parceria com clínicas que fazem Drenagem linfática com aparelho.


Decidindo profissionalizar sua página, o blogueiro pode monetizar o trabalho de várias formas distintas, que vão desde cobrar um valor fixo por uma ação ou campanha, até receber comissão por venda ou por tráfego gerado para determinada empresa.


2. Todo blogueiro é um influenciador?

Se um blog pode nem ter um blogueiro por trás do projeto, como vimos, agora podemos ir além e afirmar que um blogueiro pode não ser um influenciador.


Sendo assim, se o blogueiro não se especializa em “influenciar” pessoas ativamente, ele não atinge esse patamar.


Pode até ser que ele faça parcerias com empresas e marcas, mas sem chegar a ser um influencer digital de sucesso.


Inclusive, há blogs que conseguem se monetizar baseados apenas no tráfego da página (mais ou menos como o antigo ibope de uma emissora de televisão, que cobrava proporcionalmente à audiência que os programas geravam).


Por exemplo, ao entrar no site de uma papelaria, e ver uma página de pasta com bolsa interna, é bem provável que haja banners espalhados por ali, anunciando outros produtos de papelaria ou mesmo genéricos, como de viagens e de alimentação.


Essa rede de displays faz parte de uma estratégia de monetização de blogs, mas é importante perceber que ela não se trata necessariamente de uma parceria entre uma marca e um influencer. Portanto, nem todo blogueiro é influenciador.


3. O universo dos influencers digitais

O fenômeno dos influenciadores digitais surgiu mesmo com a disseminação das redes sociais, embora em termos técnicos um blogueiro antigo que já “influenciasse pessoas” pudesse ser classificado com essa definição.


É mais ou menos com pensar nas celebridades tradicionais, do mundo das artes e dos esportes. Elas são influenciadoras, e algumas até foram para o mundo das mídias sociais, mas não necessariamente elas faziam isso de maneira digital.


Hoje, um influenciador digital que tem milhares ou mesmo milhões de seguidores pode fazer um post breve sobre um notebook novo, e fazer aquele produto vender muito mais.


Aí é que está o fenômeno do influencer, da capacidade de fazer as pessoas realizarem ações com base no que você diz, ou mesmo fazê-las mudar de opinião.


Com o tempo, muitos blogueiros migraram para as redes sociais, e descobriram seu poder de ser influenciador digital. Na prática, trata-se mais ou menos do que a sociologia chama de “formador de opinião”, só que voltado para o marketing e o mundo dos negócios.


Considerações finais

Como vimos, os influencers são capazes de impactar indivíduos e mesmo comunidades inteiras, porque são vistos pelos seus seguidores como um modelo a ser seguido.


As vantagens e benefícios dos blogueiros já são evidentes, já que se trata de manter uma página que trata de assuntos dos quais a pessoa gosta. Já o influencer dá um passo além e pode monetizar seu trabalho de maneira mais profissional.


O bacana de tudo isso é que os dois profissionais podem trabalhar todo tipo de assuntos ou produtos, desde jornalismo e debate político até dicas de culinária.


Portanto, não faz diferença se a empresa lida com tecnologia ou com acessórios como porta celular acrílico, ela pode fazer parcerias com esses profissionais e obter melhores resultados.


Com isso chegamos ao fim, deixando claro como as diferenças entre blogueiros, influencers e outros profissionais pode ser explorada, tanto pelas empresas quanto por profissionais que queiram atuar em uma das áreas.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


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