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Influenciador digital: entenda seu poder de persuasão



Todo mundo sabe como a internet tem mudado o modo de fazer marketing, alterando a divulgação das empresas de maneira impensável. O que nem todo mundo sabe é como se dá o papel do influenciador digital nesse mundo de inovações.


De fato, os influencers constituem uma das profissões mais recentes do mundo. Ao ponto de que muita gente nem sequer sabia que com uma câmera na mão é possível se tornar um profissional, alguns dos quais ficam milionários fazendo isso.


O mais bacana é que eles ainda trabalham com aquilo que gostam, seja fazendo vídeos sobre games virtuais, sobre política ou ainda sobre óculos feminino de sol.


No Brasil isso faz ainda mais sentido, considerando o tempo que passamos na internet.


Segundo pesquisa recente do próprio CGI.br, que é o Comitê Gestor da Internet no Brasil, mais de 130 milhões de brasileiros acessam a internet diariamente (quase 80% da população total do país), sendo que 58% utilizam as redes sociais frequentemente.


Em alguns casos essa frequência chega a cerca de cinco horas por dia. Também por isso, o Brasil está entre os três países que passam mais tempo conectados nas mídias sociais, que é justamente onde os influencers digitais mais atuam.


Alguns deles ainda podem desenvolver suas carreiras em blogs, porém, hoje a quase totalidade desses profissionais está associada a uma ou várias redes sociais.


Muitas vezes, eles assumem o papel que antes era das celebridades das artes e do esporte.

Aí é que entra o papel ou poder de persuasão, do qual vamos tratar aqui.


Não demorou muito para as marcas e os próprios influencers perceberem que essa audiência e essa credibilidade gerada poderiam ser convertidas em um tipo de marketing.


Realmente, se você segue um canal de tecnologia, e seu influenciador preferido diz que saiu um notebook novo que cumpre com os requisitos básicos do seu setor, a possibilidade de você comprar o produto é bem grande.


Esse tipo de influência é muito bacana, pois dá uma orientação personalizada para as pessoas (atendendo a demanda das gerações mais modernas), ao mesmo tempo em que deixa os influencers satisfeitos em viverem do que mais gostam.


Contudo, ao mesmo tempo existe uma espécie de código de conduta que eles precisam cumprir ou sua carreira inteira pode acabar comprometida.


Por isso, decidimos escrever este artigo, trazendo as novidades sobre essa nova profissão.


Portanto, se você quer compreender a fundo o poder de persuasão que um influenciador digital tem, e o que precisa fazer para manter sua autoridade, basta seguir adiante.


De onde vieram os influencers digitais?

Como vimos, é possível falar dos influencers como uma profissão, e uma das mais novas.


No entanto, nem por isso é possível dizer que ela surgiu “do nada”, na verdade, é possível fazer análises sociológicas e até psicológicas a respeito desse fenômeno.


Enquanto manifestação de mídia social, os influenciadores atendem as principais expectativas das novas gerações, que são as famosas Gerações Y e Z, das pessoas nascidas de meados de 1980 e 2000 para cá, respectivamente.


De fato, um dos traços principais delas é o da customização, que faz com que já não busquem relações frias de compra e venda, como era algumas décadas atrás. Hoje elas querem experiências marcantes e personalizadas.


Assim, quando um influencer fala sobre um porta celular acrílico, seu público tem a impressão de que aquele produto foi desenvolvido pensando nele, de modo totalmente customizado e em consonância com as exigências atuais.


Outro traço dessas gerações, que já nasceram com o celular nas mãos e com acesso à internet, é a busca por conteúdos originais e relevantes.


Sendo assim, a marca precisa agregar valor às pessoas antes de fazer anúncios explicitamente comerciais.


Muitas vezes os influencers também cumprem com esse papel, embora não seja obrigatório fazerem assim. É que no fundo é muito mais fácil promover algo como uma agenda personalizada com nome por meio do marketing de conteúdo.


Essa modalidade permite que as melhores informações sobre cada produto ou serviço se tornem um vídeo explicativo ou um guia com dicas, fazendo com que o assunto fique muito mais dinâmico e até mais divertido.


Portanto, os influencers não surgiram “do nada”, mas em consonância com toda uma geração mais conectada e mais exigente, que tem um acesso à internet e à informação que algumas décadas atrás seria realmente impensável.


Sobre esse novo modelo de negócio

Até aqui já ficou muito claro que os influenciadores digitais estão em dia com as novidades que a informática, a telefonia e a tecnologia como um todo trouxeram à nossa sociedade contemporânea, mas isso não é tudo.


Se por um lado isso dá uma vantagem enorme para eles em relação ao marketing tradicional, permitindo que em vários sentidos se tornem muito mais persuasivos, por outro lado cria um segmento de mercado bastante desafiador.


Sim, algo “saturado”, pois as pessoas podem começar a “enjoar” bem depressa. Portanto, também existe um contrapeso na balança, que exige que os influencers consigam se manter no nível em que se colocaram.


Imagine se o tema do blog ou do perfil nas redes sociais é viagens. Chega uma hora que não dá para postar apenas vídeos idênticos de chegadas em aeroportos, detalhes sobre o hotel e locais turísticos, concorda?


Aí é que entra a criatividade, como fazer um vídeo sobre bolo caseiro de laranja, por exemplo, demonstrando como fazer e o passo a passo, pois é algo que também atinge a história de cada um de nós, se aproxima da família etc.


Adiante falaremos sobre criatividade e as demais exigência para um influencer ser persuasivo e bem sucedido, mas o que precisa ficar claro é que esse modelo de negócio não é tão simples quanto parece em um primeiro momento.


Primeiramente, perceba isto: trata-se de um modelo de negócio, ou seja, tem prós e contras, nem tudo é “mil maravilhas” e sempre vai haver desafios, seguidores tão exigentes quanto um cliente comum e até concorrência.


As exigências mínimas e os diferenciais

Não existe uma ciência para explicar totalmente o fenômeno dos influencers digitais.


Realmente, quem disser que basta seguir uma fórmula e tudo dará certo (ou errado) estará mentindo, pois não é bem assim.


Quem pensa que todo influencer é rico ou nasceu um comunicador excepcional está enganado.


O público também busca um estilo que se chama “real life”, então alguém pode fazer sucesso explorando o fato de não ser rico, e falando como qualquer um.


Neste caso, é até mais fácil e conveniente indicar produtos do dia a dia, como uma pasta com bolsa interna e produtos similares. Portanto, a maior exigência não é falar bem, mas entender o mercado e ter o feeling de ver uma oportunidade.


O grande diferencial começa quando você se torna capaz de ser criativo dentro da sua proposta, e com isso criar uma conexão incrível com seu público.


Como no caso da política, alguns influencers vivem disso na extrema esquerda, outros na extrema direita.


Quais os tipos de influencer existentes?

Hoje existe uma divisão muito interessante sobre os tipos de influencers que atuam no mercado.

Não quer dizer que a quantidade de seguidores seja o único critério para o sucesso, mas ela é uma medida.


A divisão principal se dá em quatro tipos, conforme:

  1. Micro Influencer: até 5 mil seguidores;

  2. Influencer médio: acima de 50 mil;

  3. Macro Influencer: acima de 100 mil;

  4. Mega influencer: acima de 1 milhão.

Como dito, a quantidade não é tudo, pois depende do seu poder de ser criativo e engajar.

Há contas e perfis com muitos seguidores que não conseguem monetizar seu trabalho, e outras com menos que ganham muito mais dinheiro.


Tanto que algumas empresas têm preferido os micro influencers, como para anunciar produtos de higiene pessoal atacado.


Neste caso, o influenciador pode explicar melhor qual a vantagem desses produtos, e seus seguidores vão gostar disso.


Além do mais, os menores conseguem interagir melhor, ao passo que aqueles que já têm muito seguidores se tornam cada vez mais “inacessíveis”, como uma celebridade televisiva.


Por isso, a persuasão tem muito mais a ver com capacidade de engajar, gerar ações e criar comunidades, do que com um número fixo de seguidores ou mesmo de curtidas.


Considerações finais

Como vimos, há uma série de benefícios e vantagens em poder ser um influencer digital.


De fato, imagine se além de gostar de conhecer lugares você puder viver disso, mostrando um folder de viagem para um país que você adora e para onde está indo, como influencer. É mesmo um emprego dos sonhos, que muitas pessoas podem desejar.


Por outro lado, vimos que conseguir persuadir e gerar engajamento não é algo tão simples, pois exige esforço, criatividade, disciplina e uma visão de negócios.


Por fim, uma coisa é certa: os influencers vieram para ficar. As marcas vão solicitar cada vez mais esse trabalho, e existem muitas oportunidades nesse meio.


Com as dicas que demos acima, fica ainda mais fácil aproveitá-las, seja como influencer digital ou como contratante deste serviço.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


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