• Júlia Orige

Quebra-nozes, o sonho de Natal



Assistir o Quebra-nozes em época de natal deve ser o sonho de toda pseudobailarina. Uns anos atrás vi pela primeira vez um ballet ao vivo e a cores, foi na Alemanha, vi A Dama das Camélias. Foi maravilhoso. Eu e minha mãe nos aventuramos em Stuttgart sozinhas para assistir ao ballet na Ópera House de lá, que é mais chique que qualquer coisa.

Dessa vez foi um pouco diferente, planejei com uma certa antecedencia (de dois meses). Sou apaixonada por ballet, dancei quase toda a minha vida e planejo voltar assim que for possível.

Assim, quando vi que teria temporada clássica em Lisboa já meti na cabeça que iria ver.

Ontem fui vê-lo, com toda a expectativa, junto da minha Daniela.

O espetáculo foi no Coliseu dos Recreios de Lisboa, no Rossio. O espaço não é tão bonito, mas os bailarinos e os figurinos superaram as expectativas. Só incomodaram as crianças que não paravam de falar.

Foi lindo, como um sonho. Gostaria de poder ver de novo e de novo.

Acho que o ballet é mais que só dança, na verdade dança é mais que dança. É algo com alma, mais que carne é algo de espírito. Pra mim é poesia cantada ao vento.




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