Como foi meu voluntariado no Kruger Park Hostel pelo Worldpackers
- há 4 horas
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Em abril de 2025 eu fiz algo novo, me voluntariei para trocar trabalho por hospedagem no Kruger Park Hostel. Um mês de safaris, contato com a cultura local, desafios pessoais e conexões com pessoas do mundo todo que viajam pra conhecer a vida selvagem do Kruger. Foi incrível e foi desafiador, ao mesmo tempo.
Vou ser 100% sincera aqui nesse post, como eu tento ser sempre nos meus conteúdos de relatos pessoais. Porque eu acredito que assim você pode usar a minha experiência como aprendizado e nós somos os únicos animais do mundo que tem a capacidade de aprender com os erros dos outros. Então eu busco dar os meus erros de presente para quem quer que me leia, assim você pode ir um pouquinho mais além do que eu fui. Repetir meus acertos, evitar meus erros.
Como eu decidi ir passar um mês voluntariando na África do Sul?
Eu sou blogueira de viagem, essa é a minha profissão há alguns anos já, e a Worldpackers entrou em contato comigo me convidando para participar do programa de afiliados deles e oferecendo uma ajuda de custo para que eu fizesse um voluntariado e com isso pudesse produzir conteúdo sobre.
A ideia de viajar voluntariando já tinha me passado pela cabeça e me seduzido, uns anos antes, mas ela não se encaixa muito no meu modelo de negócio nesse momento. Porque quando a gente está trocando trabalho por hospedagem e viajando sobra muito pouco tempo para trabalhar em uma segunda coisa, que no caso pra mim é a primeira: o meu conteúdo de viagem. Eu faço vídeos, fotos e textos. Instagram, Tiktok e aqui o meu blog.
Essa é a minha fonte de renda e infelizmente eu não tenho ainda o direito de me dar o luxo de tirar férias, ainda que meu trabalho seja bem legal, confesso.
Algumas fotos que eu tirei durante meus safaris
Fazer voluntariado me assustou um pouco porque eu tinha muito medo de não conseguir manter o mesmo nível de trabalho durante a experiência e com isso baixar minha renda, então eu só tinha feito uma experiência assim uma vez. Fiz um voluntariado no Brasil mesmo, num hostel em Capitólio, Minas Gerais. Me voluntariei pela Worldpackers mesmo para uma vaga de social media por algumas semanas. E foi bem legal, mas ir pra África do Sul é um pulo maior, então tive um tanto de receio.
Me motivei porque a Worldpackers me chamou e com isso me dava mais uma fonte de renda, que poderia ser explorada com o mesmo esforço e tempo do voluntariado, ou seja, dois em um.
Pesquisei muito e me apaixonei por essa vaga. O Kruger Park Hostel é uma hospedagem econômica, que fica no Marloth Park, um parque residencial próximo à entrada sul do Kruger Park, o grande parque de safáris sul-africano.
E tinham algumas opções de trabalho para se voluntariar. Desde serviços gerais, cozinheiro e social media. Como eu não tenho grande experiência em mais nada que não seja trabalhar com marketing e escrita, me candidatei como social media.

Processo de candidatura do voluntariado no Kruger Park Hostel
Ativei minha assinatura no Worldpackers, revisei e atualizei meus dados na plataforma e até gravei um vídeo em inglês - não se empolgue muito com meu sotaque, eu me viro mas com certeza tenho muito a melhorar. Mas
Mandei minha candidatura e esperei para ver se seria aceita. Até tinha outras vagas em mente, caso não desse certo mas eu queria tanto essa. E pra minha sorte eles me aceitaram! Fui respondida em português nas mensagens do Worldpackers e fiquei super confusa, achei em princípio que era uma tradução automática, mas na verdade uma das gerentes é brasileira.
A vaga era de 5 horas diárias, trocando hospedagem por trabalho e com direito à passeios oferecidos por eles de graça. Com dois dias de folga na semana.
Já que eu estava indo pra África do Sul me organizei também para passar mais alguns dias em Joanesburgo e uma semana em Cape Town. Pensei até em tentar um outro voluntariado em outro hostel nesse período, mas fiquei com medo de ser demais pra mim e deixei quieto.
Me candidatei com cerca de um mês de antecedência e foi bem rápido pra ser aceita, alguns dias só.

Como funciona o voluntariado no Kruger Park Hostel?
O princípio é simples: você troca algumas horas do seu dia de trabalho por hospedagem e alguns benefícios, que nesse caso eram os passeios de safari e mais alguns nos arredores. Eu fiz um passeio para Eswatini e tinham disponíveis passeios de vistas panorâmicas e cachoeiras, que eu acabei não fazendo porque não deu tempo. Mas tenho várias fotos que minhas amigas tiraram! Vou deixar aqui nesse link pra você ver.
Aqui nesse voluntariado em específico tem alguns detalhes que tem que se levar em consideração, que são diferentes de outros locais.
O hostel fica em um parque residencial, que é bem isolado. Não tem nada por perto e na verdade o parque é enorme, andar do hostel até o mercado mais próximo, que fica dentro do Marloth Park, leva cerca de 1h30.
Então na prática você fica meio isolado. Não tem transporte público ali e dificilmente um voluntário vai ir de carro alugado, por isso acaba que no período do voluntariado a gente fica meio dependente do hostel. Eles são super legais, oferecem caronas quando dá e sempre pode ir nos passeios se tiverem vagas disponíveis nos carros.
Só que não é um local que dê pra circular muito sozinho, então no dia a dia você não tem muito como comprar comida ou sair sozinho, a não ser que seja pra caminhar dentro do parque.
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Taxa extra do voluntariado
Por causa dessa logística o hostel oferece as refeições no local. Uma ou duas vezes por semana os donos vão até a cidade mais próxima e compram suprimentos pra fazer comida. Para os hóspedes é oferecido café da manhã e jantar. E para os voluntários, café da manhã, almoço e jantar.
Só que a comida não é oferecida dentro do acordo de voluntariado, então a gente paga uma taxa por dia de voluntariado, que cobre essas refeições. Por ser um local mais isolado a comida por lá não é tão barata quanto em Joanesburgo ou Cape Town, isso é um reflexo do custo de vida mesmo, não acho que seja uma pegadinha nem nada.
Porém, no período em que eu fiquei lá essa questão da comida foi meio complicada. Acho que houve algumas divergências entre os gerentes do hostel e aconteceu de reclamarem por estarmos fazendo almoço, por exemplo.
A instrução para os voluntários era de que tínhamos direito ao jantar e café da manhã como qualquer hóspede, mas que o almoço seria o que sobrasse do jantar do dia anterior. Ou então itens do café da manhã que estivessem disponíveis ali. Não poderiam ser usados ingredientes novos para fazer uma nova refeição, porque poderia faltar pros jantares.
Só que isso ficou um pouco complicado, os jantares eram feitos pelos voluntários também - inclusive eu acabei dividindo minhas funções de social media com a voluntária responsável pela cozinha e eu cozinhei com ela. Gosto muito de cozinhar e essa teria sido minha segunda opção, só não me candidatei porque como não tinha experiência com cozinhar para tantas pessoas fiquei com medo de não me aceitarem.
Quando eu cheguei lá ficamos super amigas, ela era uma menina do Canadá, formada em comunicação, como eu, mas ela trabalha com cinema e eu me especializei em jornalismo, mas sou blogueira. Ela também tinha se candidatado pra vaga de social media, mas como me aceitaram ofereceram a vaga da cozinha pra ela.
No fim fizemos tudo juntas e foi muito divertido. Eu adorei trabalhar cozinhando pra todo mundo, acho que foi uma experiência incrível e hoje tenho muito mais confiança pra me oferecer pra algo assim de novo. Se eu for fazer um voluntariado novamente acho que vou tentar uma vaga desse gênero, porque é muito bom poder se distanciar um pouco do trabalho de marketing.
Mas voltando, acho que foi meio complicado porque como éramos responsáveis pelo jantar e não tínhamos experiência prática com cozinhar pra tantas pessoas. Alguns dias eram 12 pessoas, outros 18 e alguns 25, a lotação máxima do hostel.
No fim das contas a gente não sabia calcular direito quanta comida fazer e nem tinham ingredientes pra essa escala (jantar pra 25 + almoço pra 6/7), nunca faltou comida pro jantar. Mas não sobrava o suficiente pra almoçarem os funcionários - que tinham preferência pra comida que sobrava - e os voluntários. Então eu comi uma quantidade surpreendente de sanduíches de manteiga de amendoim naquele mês.
Em parte porque não tinha onde comprar comida, mesmo que quisessemos. E em parte porque mesmo quando íamos nos passeios e tínhamos acesso às lanchonetes do Kruger, não queríamos gastar dobrado. Afinal tínhamos pago a taxa extra pro hostel que deveria cobrir o almoço e não era tão barato assim.
Essa taxa extra é paga direto no hostel, eu inclusive tava com medo de ter que levar em dinheiro, porque pensei que por ser um local mais afastado de cidades não teria uma boa aceitação de cartões. Mas é o oposto. A África do Sul é um país super cashless, a maioria dos locais já não aceita mais dinheiro em espécie, somente cartão.
Então na prática eu usei o cartão da Nomad pra 100% das coisas e tive que me esforçar pra gastar os 500 rands que saquei no aeroporto.
Leia também: Como levar dinheiro para África do Sul
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Veja meu vídeo de 1 dia comigo voluntariando:
Divisão de funções e dia a dia no voluntariado
O trabalho era tranquilo, o objetivo como social media era fazer um post por dia no Instagram e no Tiktok e stories do que estivesse rolando no hostel. Eles me aceitaram porque eu sou blogueira também e pediram que eu fizesse alguns posts em collab, por mim tudo certo, ainda que eu cobre muito mais caro nisso normalmente do que eu pagaria nas diárias do hostel.
Mas como a minha estratégia geral era produzir conteúdo sobre voluntariado e promover a plataforma Worldpackers, fazia sentido pra mim fazer um conteúdo barato pro hostel, ajudar eles nesse sentido e buscar minha remuneração em comissões do Worldpackers. Eu gosto bastante de trabalhar assim, prefiro ganhar comissões de venda do que fazer publis. Basicamente porque quando a gente faz publi tem que seguir o script da marca, passar por aprovação e não há muita liberdade de ser sincera se algo der errado.
Trabalhando com conteúdo num formato de afiliado e não de publi (que se paga por conteúdo e não pela venda) eu tenho a liberdade de falar o que eu quiser e se eu não quiser, não falo nada. Assim eu consigo me manter mais fiel à minha audiência do que às marcas.
Teoricamente a vaga de social media é de 5 horas por dia, mas acaba sendo meio confuso porque você fica meio on o dia todo, pra postar stories e ao mesmo tempo, na ponta do lápis, tá trabalhando menos horas. Principalmente pra mim que tenho muita experiência com produção de conteúdo e faço tudo muito rápido. Pra mim foi ótimo porque pude me envolver com outros trabalhos e produzir meu próprio conteúdo ao mesmo tempo.
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A vaga que a Sandrine pegou (minha amiga canadense) era de cozinheira. O trabalho também era 5hrs por dia e a responsabilidade principal era fazer o jantar. Nós ficamos amigas e resolvemos dividir tudo, falamos com os donos e eles acharam uma boa também, o que foi ótimo.
Eu cozinhava com ela e ela gravava comigo. Conseguimos cobrir mais coisas porque estávamos em dois lugares ao mesmo tempo, se necessário, e cozinhar pra 20 pessoas sozinha não é mole.
Além de nós duas, tinham mais 2 ou 3 voluntários - dependendo da semana - que eram de serviços gerais. Eles ajudavam a picar coisas, lavar louça, levar caixas, etc.
Na maior parte do tempo que eu estive lá a gerente brasileira estava viajando então eu fiz às vezes de tradutora pra turistas brasileiros também, em alguns Game Drives.

Taxas e passeios incluídos no voluntariado
Os passeios oferecidos pelo hostel eram gratuitos pra voluntários, porém a gente tinha que pagar as taxas de entrada no Kruger e nos parques que fossemos. Porque essa parte não seria uma troca de serviços, o hostel teria que pagar por nós se fosse oferecer como benefício.
Como o Kruger Park é uma reserva natural nacional, tem uma taxa de entrada por cada vez que você entra e não é muito barato para estrangeiros. Cada safári sairia por uns 700 reais, para clientes regulares e desses 700, era cerca de 150 de taxa. Eu não estou falando valores exatos porque não lembro 100% da tabela do momento que fui e não paguei nenhum desses valores.
Já que eu iria ficar um mês, pra economizar na taxa do Kruger eu comprei um Wild Card, que é tipo um passe anual que te dá direito a entrar quantas vezes quiser em qualquer parque nacional da África do Sul. Eu usei ele no Kruger - fiz uns 11 safáris, eu acho - e depois em Cape Town, na Table Mountain, no Cabo da Boa Esperança, praia dos pinguins...
Achei que valeu super a pena. Paguei cerca de R$ 1.000 e usei muito. Acabou saindo mais barato do que pagar separado, mas só vale a pena para quem quer fazer vários safáris ou vai fazer uma viagem maior pela África do Sul.
O hostel tem um guia contratado que faz os safáris diurnos, quase todos os dias, e também passeios para Eswatini, acampar no Kruger (esse passeio é o dono do hostel que vai), Moçambique e o tour panorâmico que explora paisagens nos arredores.
Todos esses os voluntários podem fazer por um valor reduzido, que é das taxas. Acho que o acampamento tem um pouco mais de custo, mas não tenho 100% de certeza porque eu não fiz ele.
Atenção: esse não é um voluntariado super barato, que você sente que está viajando de graça. Ele tem um custo e a gente tem que estar preparada para ele. Mas eu posso te afirmar que é a forma mais barata de ter essa experiência, ainda que não seja de graça ou tão barato quanto outros voluntariados do Worldpackers.
Eu passei um mês vivendo imersa na savana africana, na vida do hostel, que pra mim como profissional é enriquecedor também. É uma perspectiva maior do trabalho no setor turístico do ponto de vista de quem normalmente me contrata, então me permitiu ver melhor com funciona pra eles também e como eu posso melhorar meu trabalho regular.
O Marloth Park, onde o hostel fica, é um parque fechado com animais também. Só que só os mais tranquilos, então tem zebras no quintal, girafas passeando, macacos e todo tipo de bichos fascinantes.
Bate e volta pra Eswatini:
Vale a pena fazer voluntariado no Kruger Park Hostel?
Pra mim foi uma experiência única e eu aprendi muito, de verdade. Me ajudou a aprender mais sobre o funcionamento de hostels do ponto de vista empresarial, de marketing e acho que me ajudou a pensar de forma mais acertada nos meus trabalhos para esse tipo de estabelecimento. Porque como blogueira de viagem parte do meu trabalho é a divulgação de serviços turísticos e passar um tempo dentro de um é nem interessante.
Do ponto de vista pessoal foi um aprendizado bem importante também, mas foi desafiador. Eu sinto que teve um impacto enorme no meu inglês, que eu nunca tinha tido a oportunidade de exercitar dessa forma. Antes desse voluntariado eu não me considerava fluente, mas agora me sinto capaz de ir pra qualquer lugar do mundo falando inglês. O contato próximos com pessoas de locais completamente diferentes é muito foda pra aprender a falar e pra aprender a entender o outro também.
Só que pra mim pessoalmente foi bem desafiador porque eu tenho um quadro de ansiedade generalizada meio... feio. Faço tratamento há anos, mas uma das minhas maiores fraquezas é a ansiedade social. E estar rodeada de pessoas 24hrs por dia é bem difícil pra mim. Principalmente num ambiente em que eu estou trocando serviços, porque eu me sinto em dívida e me sinto sendo avaliada o tempo todo. Demorei pra escrever esse relato por medo de ser lida por uma das pessoas que esteve comigo lá e ser mal compreendida.
Não faço ideia do quanto eu transpareço essa ansiedade, mas tive algumas crises durante a estadia - nada de novo sob o sol, eu tenho crises de ansiedade quase todo dia normalmente - e tentei esconder o melhor que pude.
Acho que foi bom também como tratamento de exposição, pra eu me desafiar e ver que no final fica tudo bem e que eu posso viver coisas diferentes e experiências assim mesmo tendo problemas de saúde mental. Hoje acho que eu conseguiria viver essa mesma experiência de forma mais leve, com o avanço do meu tratamento e diagnóstico, que finalmente teve uma mudança bem importante. Fui diagnosticada com TDAH e a medicação mudou completamente minha vida, é a primeira vez em anos que eu estou há meses sem uma crise de pânico feia.
Mas eu tenho um adendo.
Eu não recomendo fazer esse voluntariado se você estiver trabalhando em outra coisa ao mesmo tempo, pelo menos não se for te exigir muitas horas ou uma atenção exclusiva.
Minha maior dificuldade no período de voluntariado lá foi conseguir produzir meus conteúdos. Claro, isso pode ser um problema meu, mas vou explicar caso você seja parecido.
Eu tenho extrema dificuldade de raciocinar 100% na presença de outras pessoas. Consigo trabalhar em salas comunitárias, mas eu levo muito mais tempo do que normal, rendo menos e isso tem um impacto. No hostel a internet não funciona quase nada nos quartos, eu até questionei e falaram que é proposital pros hóspedes se enturmarem e ficarem nas áreas comuns.
Isso é legal, quando a gente é só hóspede. Mas como eu queria editar vídeos e escrever pro blog me dificultou a vida, porque eu não tenho a capacidade de me concentrar bem com pessoas ao redor. E não conseguia trabalhar isolada do quarto porque a internet não pega.
Como sei que tem pessoas que querem fazer voluntariado ao mesmo tempo que trabalham remoto, deixo esse aviso porque acho que é importante pra levar em consideração.
No fim quando eu sai do hostel passei uns dias num airbnb pra poder colocar meu conteúdo em dia antes de seguir viagem e tudo sob controle. Mas sei que tem pessoas que trabalham remoto com prazos e chefes, etc. Então pode ser mais complicado.
A experiência é bem imersiva, é melhor se você puder se entregar de verdade e eu não pude 100% porque a própria natureza do meu trabalho não deixa. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, com a vida no hostel, os conteúdos do hostel e os meus conteúdos, com centenas de pessoas por responder e tanta coisa nova pra postar.
Eu tenho vontade de fazer outros voluntariados, mas não fiz mais porque acaba sendo mais lucrativo pra mim no momento produzir conteúdo como blogueira de viagem e pagar pela minha hospedagem do que trocar algumas horas do dia pela hospedagem. Mas isso é uma realidade muito minha, que acabo tendo um lucro bem legal com meu conteúdo e a hospedagem é barata comparada com o que eu cobro/produzo de comissões.

Leia também: O que fazer em Cape Town?
Como funciona o Worldpackers?
O Worldpackers é uma plataforma de voluntariado, onde a gente encontra vagas por todo o mundo, unindo os anfitriões aos viajantes. E eu recomendo muito que se você for fazer um voluntariado faça através deles, é uma forma de ter um apoio extra lá fora, caso qualquer coisa saia do combinado.
E achando a vaga pelo Worldpackers você consegue ver avaliações de outras pessoas que já voluntariaram lá também, o que dá uma segurança maior porque assim a gente consegue saber o que esperar.
Inclusive, sempre que for fazer uma avaliação de uma experiência de voluntariado, seja sincero. Se houve algum problema durante a estadia comente, pode ajudar os próximos viajantes!
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Quando você usa esse cupom você ganha 10 dólares de desconto e eu ganho uma comissão que me ajuda a continuar produzindo conteúdos sinceros por aqui, no Instagram e no Tiktok.
Me segue por lá pra acompanhar minhas dicas de viagem e qualquer coisa pode me chamar na DM! Eu às vezes demoro um pouco pra responder, mas sempre respondo!
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